25.8.13

bós

['bƆs]

- Nhos é bós! (desmarzelado)
- Ka nhos dexa caza bós, nhos compo (caza) antis de nhos sai.
- Na festa de cazamento, cumida staba bós! (txeu, avontade, bazado)

(...)

22.8.13

Imajinason ka tem limite

Prinseza
"N ta gosta pa omis ta sunha ku mi!"



(...)

16.8.13

Bilinge de nos manera

Nos é bilinge de nos manera na nos Terra. I du ka meste(ba) alupeKia nos fala num grafofobia de bingansia...


"(...)
Pedro Paixão Franco, José de Fontes Pereira, Silvério Ferreira e outros intelectuais angolenses da última metade do Século XIX também juraram amor eterno à Língua Portuguesa e trataram-na em conformidade com esse sentimento nos seus textos. Os intelectuais que se seguiram, sobretudo os que lançaram o grito “Vamos Descobrir Angola”, deram-lhe uma roupagem belíssima, um ritmo singular, uma dimensão única. Eles promoveram a cultura angolana como ninguém. E o veículo utilizado foi o português. Queremos continuar esse percurso e desejamos que os outros falantes da Língua Portuguesa respeitem as nossas especificidades. Escrevemos à nossa maneira, falamos com o nosso sotaque, desintegramos as regras à medida das nossas vivências, introduzimos no discurso as palavras que bebemos no leite das nossas Línguas Nacionais. Sabemos que somos falantes de uma língua que tem o Latim como matriz. Mas mesmo na origem existiu a via erudita e a via popular. Do “português tabeliónico” aos nossos dias, milhões de seres humanos moldaram a língua em África, na Ásia, nas Américas. Intelectuais de todas as épocas cuidaram dela com o mesmo desvelo que se tratam as preciosidades."

Pensa ma era Purtuges

(...)
 
Em Cabo Verde hoje fala-se quase só crioulo. Tempos houve em que a língua da rua era o português. Mas tentem hoje passar uns dias num hotel local e verão que nos avisos escritos o "mar é perigosa", que para os "garçons" maçã é "manzana", e que tantas outras palavras são hoje ditas em castelhano. E porquê? Porque a língua portuguesa não é pelos locais aprendida convenientemente nas escolas, e muito menos usada no quotidiano. Assim que a língua que aprendam para efeitos de trabalho seja a dos seus empregadores (é melhor não dizer patrões!). E como o grosso dos empregadores são empresas espanholas... percebe-se! (...)

14.8.13

Sabandidja!

- Sabandidja!

- N ka conxe es palabra, mas cuza dreto é ka é. Bo gó é um canadja; basta odja bu obra!


(...)

11.8.13

HartoGrafia. Lingua ta da-l ke papia!

 
"(...)
Ora, a existência de uma dupla grafia para a mesma palavra confirma a democraticidade da língua, que respeita as duas pronúncias: a de Portugal e a do Brasil. Assim e de modo a resolver os casos em que uma consoante se pronuncia ou não, salvaguarda-se a possibilidade de essa palavra ser escrita de duas formas.
Não podemos, porém, esquecer-nos de que devemos ser criteriosos quanto à utilização da língua materna. Se utilizamos a variante europeia, uma vez que somos portugueses, devemos selecionar a opção pronunciada em Portugal. Embora determinada grafia seja conveniente, não significa que a alternativa usada no Brasil seja incorreta, mas trata-se de uma questão de coerência em relação aos princípios defendidos pelo acordo ortográfico. Deste modo, em Portugal, utiliza-se facto e, no Brasil, fato, visto haver uma oscilação na pronúncia. (...)"
 
Se dupla grafia pa um mesmo palabra ta confima democratisidade de lingua, imajina go,  valor dimocratico des sentensia li: "skrebi sima bu ta papia" ... kanpian! kanpion! kanpiãu! kanpiaun!
 
 
 
 
 
 
 

10.8.13

Nha cabesa

Nha cabesa ka sta pega nada más, de maneras que, se bu ka gosta, se bu ka curti, da-m bu retrato de silensio, bastante.

8.8.13