28.4.11

Kv: Bilingue me!

Dimensões
Denominação
Definição
Competência Relativa
Bilinguismo Balanceado
L1=L2
Bilinguismo Dominante
L1>L2 ou L1<L2
Organização Cognitiva
Bilinguismo Composto
1 representação para 2 traduções
Bilinguismo Coordenado
2 representações para 2 traduções
Idade de Aquisição
Bilinguismo Infantil:
L2 adquirida antes dos 10/11 anos
Simultâneo
L1e L2 adquiridas ao mesmo tempo
Consecutivo
L2 adquirida posteriormente a L1
Bilinguismo Adolescente
L2 adquirida entre 11 e 17 anos
Bilinguismo Adulto
L2 adquirida após 17 anos
Presença da L2
Bilinguismo Endógeno
Presença da L2 na comunidade
Bilinguismo Exógeno
Ausência da L2 na comunidade
Status das línguas
Bilinguismo Aditivo
Não há perda ou prejuízo da L1
Bilinguismo Subtrativo
Perda ou prejuízo da L1
Identidade Cultural
Bilinguismo Bicultural
Identificação positiva com os dois grupos
Bilinguismo Monocultural
Identidade cultural referente a L1 ou a L2
Bilinguismo Acultural
Identidade cultural referente apenas a L2
Bilinguismo Descultural
Sem identidade cultural

Harmers e Blanc (2000)

Centro Unificador da Escrita dos Falares Caboverdianos...?

- Bu ta skrebi mim N ta le(r), ma mim N d'entendé!

27.4.11

El kanta, "Doce Guerra" ou é "DOSI GERA"


http://www.governo.cv/


El fra: "a Língua Cabo-verdiana vai ser oficializada". E não é a mesma coisa dizer que: "Kriolu sta ben ser Ofisializadu". E não é a mesma coisa... (revisto!)



25.4.11

N ka tene speak txeu, nau


Dixa-m sumabu de pé da na kabesa,
Mula
Ka ta Zurra
K
K

22.4.11

Um "Cadáver Esquisito" sobre livros - JN

Um "Cadáver Esquisito" sobre livros - JN

"Burre dá bosê coice ca bosê descontál na albarda..."

Nós aqui respeitamos todos aqueles que escrevem a nossa Língua. A Língua que todos falamos. Alupek é um código para registar a fala; Alfabeto português usado pelos Claridosos também regista a fala. Instrumentos e tecnologias.
Nós aqui fazemos uso do AK. Cada um é livre para registar o seu pensamento, escolhendo um código e um suporte.
Nós aqui objectivamos trabalhar com a Língua de modo Científico. Para isso somos diplomados.
Nós aqui para ensinar a Língua apresentamos a nossa candidatura…
Nós aqui reconhecemos um Músico como “aquele que exerce actividades ligadas à música; musicista”. Podendo até ser analfabeto... Pois, para cantar, soprar e/ou tocar nas cordas e delas retirar sons agradáveis... não é condição primeira saber escrever... escrevesse!
Nós aqui, até conhecemos professores de Música que são humildes (semi)analfabetos...

21.4.11

MRVADAZ: "el ba y el feká la"

Obrigado pela visita e pelo comentário! D“os nossos atropelos no português”, não temos a palavra. Erros nossos, má fortuna, língua madrasta, em nossa perdição se conjuraram?
Valeu, o seu comentário obrigou-nos a escrever que: contrariamente, precisamos TODOS, sim e sempre, de reflectir e discutir esse Decreto-lei "governamental" para a “escrita alupekiana” do nosso Crioulo. Visto que o Crioulo é a nossa Língua Nacional. E a Nação é indivisível e inalienável... É, também, pela Fala se reconhece a Nacionalidade... Logo, é de se cultivar a alteridade e a cidadania.
AK (ex-alupec) são grafemas para representar sons da Fala ou Sons da Língua Cabo-verdiana?
Agora, está visto que o princípio de escrita 1 som um grafema não Unifica a Escrita da Língua Nacional Cabo-verdiana. Por exemplo, esta frase foi copiada do Decreto-lei 67/98, “el bai y el fika la / el bá y el feká la”, mostra como se deve “escrever bem” nas duas grandes variedades, Sotavento e Barlavento, que se teve em conta... Sabemos que em Santiago é assim que se pronuncia a frase, mas no Fogo: “el ba y el fika la”. Em São Vicente a escrita correcta, respeitando o princípio referido, deveria ser “el bá y el fká lá”.
Ora, justifica-se a introdução da letra <e>? o Leitor que o vai "decifrar" <feka> pode produzir [fe'ka] ou [fɛ'ka]? Quando sabemos que o que se ouve na pronuncia de um Mindelense/barlavento é um [fɨ’ka] e não [fe'ka]. Sendo assim, esta palavra podia muito bem ser ortografada com um <i> harmonizando a sua escrita com o seu étimo que é FICA(R) em português, ficando cada Leitor livre para...  por outro lado, se harmoniza a escrita da mesma com as outras formas de a pronunciar em outras variantes do Crioulo, evitando, desta forma, duas ortografias para uma mesma palavra numa mesma Língua. (...).
Repare, o Leitor quando lê a frase, ainda segundo o supracitado princípio, lê isso: *[eɫ’baieɫfe’kalɐ]. Isto na Leitura da frase que tomámos como exemplo. A pronúncia: [eɫ'baieɫfɨ'ka'la].
Para nós: “estudar mais e melhor esse Princípio e  essas Regras decretadas” para, em tempo oportuno, propormos outros princípios…? Normalizadores e padronizadores… Pensamos que sim, eis o Caminho...
Fosse, esta frase “el bai y el fika la” a forma correcta de a escrever na nossa Língua Nacional... Neste caso, estamos a sugerir i) omitir os acentos ortográficos que condicionam as pronúncias dos Leitores com reflexos, eventualmente,  na compreensão e expressão… ; ii) reconhecer e respeitar a “etimologia ortográfica e fonética” desses vocábulos em português e não só...
Ter em devida conta que, por exemplo, quando uma palavra da Língua portuguesa ou de otras, entra(ou) nos falares dos Caboverdianos não passa(ou) primeiro pela variante de Santigo para ser Crioulizada e só depois se espalhar pelos falares das ilhas. A crioulização é simultânea. E então? Como havemos de a Escrever na nossa Língua Nacional? Fica a pergunta.

Não questionamos, a estrutura profunda da Língua Cabo-verdiana nasceu na ilha de Santiago, mas o Léxico, esse, chegou, chega e chegará a Cabo Verde, quase sempre, directamente das metrópoles… e na boka dos nossos migrantes... São poucas as palavras que criamos internamente. Esta afirmação não carece de exemplos.
Mais uma vez, sabemos que ‘el’ tem o seu étimo em ‘ele’; ‘bai/ba’ em ‘vai’; ‘fika’,‘feká/fika’ em ‘ficar’… a escrita de cada forma Lexical devia/deve obedecer em primeiro lugar à etimologia… fazer isto é não ignorar e nem desprezar partes da nossa História...

As Regras para a escrita de uma Língua são obrigatoriamente ensinadas e aprendidas... Alguém anda a ignorar que a Escrita e a Leitura passam por um processo de Ensino-Aprendizagem?
A Mudança Linguística não tem travão. Isto, é dos Livros!